Retrospectiva 2019: Representação feminina e Filia 10 marcam o mês de abril com as republicanas

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Deputada estadual Dra. Juliana (Republicanos-AC); vereadora de Barreiras, Sima Alves (Republicanos-BA); Filia 10 no Rio Grande do Sul e Rosangela Gomes (Republicanos-RJ)

 

Abril 2019 – A deputada estadual Doutora Juliana (Republicanos-AC) apresentou no dia (09) de abril, na Assembleia Legislativa do Acre, um projeto de lei que visa estabelecer cota para as mulheres vítimas de violência doméstica, nos programas de habitação de interesse social no Acre. A fundamentação destaca que a violência contra a mulher, por ter vários fatores desencadeantes e se tratar de uma “epidemia”, deve ser analisada e combatida nas mais diversas frentes, desde a prevenção até à repressão e a medida é decisiva para o rompimento do ciclo de violência, uma vez que, em muitos casos, a mulher vítima se cala diante das agressões pelo fato de não ter para onde ir.

“Há muitos casos em que a mulher é dependente economicamente do agressor, incluindo a moradia, o que a desencoraja a deixar o ambiente violento”, explicou a republicana.

Enquanto isso, capacitar a mão de obra local para o mercado de trabalho e proporcionar um futuro melhor para os jovens, é objetivo do projeto de lei proposto pela vereadora de Barreiras, Silma Alves (Republicanos-BA).

O projeto visa à implantação de uma escola de idiomas para atender os estudantes da rede municipal de ensino, assegurando aos alunos a oportunidade de desenvolver e ampliar novas formas de expressão e atender a obrigatoriedade da maioria das empresas que em seleção de novos colaboradores exigem como requisito que o candidato à vaga saiba pelo menos um idioma diferenciado à sua nacionalidade. “Ato que cada vez é mais recorrente nos dias de hoje por conta da globalização”, explica Silma na proposta.

Os cursos deverão ser oferecidos aos alunos a partir da 6ª série do ensino fundamental nos níveis básico, intermediário e avançado, nos idioma inglês, espanhol, francês, italiano, alemão e português e deverá ter duração de três anos, com um número máximo de alunos por sala de aula.

No Rio Grande do Sul, mais precisamente em Farroupilha,  o Republicanos realizava o evento de filiação partidária “Filia 10”, em solenidade na manhã do sábado(13) de abril, na Câmara de Vereadores, onde contou com a presença da primeira dama da cidade e deputada estadual, Fran Somensi (Republicanos-RS). Na oportunidade, foram empossados os secretários de movimentos do partido e presidentes municipais. Entre eles, estava Siana Rissi,  para coordenar o Mulheres Republicanas na cidade e ainda, a frente do Republicanos na Serra Gaúcha, ficou o vereador Tiago Ilha (Republicanos).

Durante o evento, ocorreu palestra com o jornalista, ex-repórter e apresentador da RBS TV,  Rafael Ferreira, que fez a abordagem sobre Marketing Pessoal, com o tema “Como conquistar seu eleitor em cinco minutos”.

Além da deputada estadual, estiveram presentes o deputado estadual Sergio Peres(Republicanos-RS), a secretária estadual do Mulheres Republicanas do Rio Grande do Sul, Beth Colombo e o presidente estadual do Republicanos, deputado federal Carlos Gomes.

No mesmo dia, aconteceu ato de filiação, no município de Flores da Cunha, na Câmara de Vereadores, onde a palestra ficou por conta da própria deputada Fran Somensi, falando sobre a importância da mulher na política.

Rosangela Gomes comemorou no dia (11) de abril o parecer favorável à proposição de sua autoria o projeto de lei nº 96/2017, emitido pela Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH), o relatório da senadora Rose de Freitas (Pode-ES) foi lido pelo senador Styvenson Valentim (Pode-RN) que defendeu a proposta alegando ser uma medida tão simples quanto eficiente.

A deputada disse ainda que apesar de simples, a obrigatoriedade de que a equipe policial registre e investigue esse aspecto é relevante, tendo em vista que violências que produzam lesões corporais graves não devem passar despercebidas e menos ainda as que tenham como vítimas pessoas com deficiência.

 “Nossa proposta traz uma providência importante para elucidar casos em que a vítima pode ter sofrido tamanha violência que lhe causou danos permanentes ou o fato de ser pessoa com deficiência e sua condição agravar sua vulnerabilidade, o que potencializaria o risco de vir a sofrer outros abusos”, afirmou.

 

Ascom Mulheres Republicanas

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